Emprego novo? Nove coisas para não fazer na primeira semana

O Globo


A primeira semana no novo emprego é sempre tensa: muitas coisas para aprender, pessoas para conhecer e novidades para assimilar. Para que o profissional não faça feio, o site americano NWJobs listou as nove coisas que não se deve fazer nos primeiros dias. Veja como manter a boa impressão:

1. Não se atrase. Chegar atrasado é sempre ruim, mas perder a hora na primeira semana é ainda pior. Mesmo que você chegue na hora todos os dias pelo próximo ano inteiro, o atraso vai te marcar e pode arranhar a sua imagem.

2. Não tenha medo de fazer perguntas. É natural que o profissional não saiba tudo na primeira semana, então não se deve ter medo de fazer perguntas. Tire todas as dúvidas e anote as respostas, para não precisar ficar perguntando de novo.

3. Não fale demais. Assim como na entrevista de emprego, passe mais tempo ouvindo do que falando. Isso causará uma boa impressão, já que a maioria das pessoas gostam de ser ouvidas.

4. Não critique a forma como as coisas são feitas. Preze pela diplomacia. Mesmo que os profissionais da empresa saibam que algumas coisas não são feitas da melhor maneira, ninguém gosta que alguém “de fora” chame atenção para o fato.

5. Não almoce sozinho. É a hora de tentar conhecer o maior número de pessoas possível. Não dispense um convite e, se ele não acontecer, tente se juntar a um grupo.

6. Não recuse ajuda. É claro que o profissional novo quer impressionar a todos, mas, se alguém oferecer ajuda, o melhor é aceitar.

7. Não faça alianças. Desconfie daquele colega que se mostrar exageradamente solícito. É cedo demais para saber em quem confiar: essa pessoa que quer ser muito amiga pode ter interesses escusos.

8. Não recuse pequenas tarefas. Todos os trabalhos exigem tarefas menores ou mais braçais, que, por alguma razão, acabam sempre aparecendo mais na primeira semana. Não seja esnobe.

9. Não demonstre estar sobrecarregado. É preciso provar para o empregador que contratar você foi a escolha certa, por isso é fundamental demonstrar competência e confiança — o que não significa não aceitar ajuda ou não fazer perguntas.

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